Suplicy, pede pra sair.

Suplicy, mostrou um cartão vermelho para o Sarney, numa das cenas mais hilárias do Senado Federal. Suplicy com cara de bravo é hilário. Suplicy cantado Cat Stevens e Bob Dylan é hilário. Em suma, Suplicy é hirálio.

Suplicy, ficou na dele antes do Conselho de Ética arquivar as denúncias contra Sarney, numa das atitudes mais patéticas do Senado Federal. Suplicy dizendo que se pudesse votaria contra, mas que podia fazer nada, foi patético. Suplicy se dobrando ao generais do partido foi patético. Em suma, Suplicy é patético.

Suplicy, agora é tarde. Pegue seu cartão e repita o gesto na frente do espelho.

Comentários

  1. Lítio. É disto que precisam, tanto o Suplicy como a legião de idiotas que o segue. Se bem é verdade que o que Suplicy precisa talvez não seja lítio já que não creio que a sua idiotia aparente possua raízes, mas sim que faz parte de um método. Ele criou sobre si uma imagem de inimputável (assim como o Lula) e deita e rola sobre ela. O que este velhaco precisa é de um belo sermão em praça pública, e umas ovadas na rua.

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